Desde os primórdios da
civilização quando os homens desenhavam nas paredes, hoje temos grafite. Ele surgiu na década de 1970 em Nova York. Jovens deixavam sua marca nas
paredes, essas marcas evoluíram com técnicas e desenhos. Essa manifestação artística
é vista por muitos como poluição visual nas cidades. Qual o limite da arte?
Segundo o Art. 65 da Lei
9.605 constitui crime o ato de pichar, no entanto informa o § 2o
Não constitui crime a prática de grafite realizada com o objetivo de valorizar
o patrimônio público ou privado mediante manifestação artística, desde que
consentida pelo proprietário e, quando couber, pelo locatário ou arrendatário
do bem privado e, no caso de bem público, com a autorização do órgão competente
e a observância das posturas municipais e das normas editadas pelos órgãos
governamentais responsáveis pela preservação e conservação do patrimônio
histórico e artístico nacional.” (NR)
Este mês a prefeitura de
Guarujá, SP abriu inscrições para uma ofcina de grafite. O curso terá a duração
de seis meses. Os alunos terão oportunidade de conhecer mais sobre essa arte de
rua e seus estilos. Com mais iniciativas como essa poderíamos limpar as ruas de
vandalismo e colocar cores na cidade.
É possível encontrar
diversos cursos para aprende essa técnica na cidade.
Fica aqui a dica de nossa
redação: faça grafite e diga não a pichação!
O sucesso da Bienal do Livro de São Paulo de 2014 demonstra como a venda de livros está a cada dia crescendo mais, além dos livros físicos, o e-book (livro digital) se tornou a grande procura para quem lê durante a correria do cotidiano.
Pensando nisso, reunimos a as diferenças entre o ebook ou o livro:
Empate!
Apesar das grandes diferenças, ambos são muito bons, basta você escolher o melhor para você.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Vale-cultura
O que o novo presidente fará pela cultura?
Essa é uma pergunta que só responderemos nos próximos anos. O que o governo
propõe hoje como incentivo, podemos responder.
Em 2012 foi aprovado o projeto de Lei
4682/12 que criou o vale-cultura no valor de R$ 50 reais, para os
trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT). Tem direito o trabalhador que receba até cinco salários
mínimos.
Segundo o Ministério da Cultura o
Governo Federal isentará as empresas dos encargos sociais e trabalhistas sobre
o valor do benefício concedido, e ainda, irá permitir que a empresa de lucro
real abata a despesa no imposto de renda em até 1% do imposto devido.
Pode não parecer muito, já que ir ao
teatro, comprar um livro ou assistir a um show muitas vezes sai bem mais caro.
Mas a medida pode beneficiar e muito os brasileiros, que tem uma média
baixíssima de leitura por exemplo. O brasileiro lê menos de 4 livros por ano.
As empresas também ganham quando
promovem o benefício. Já que os empregados podem usa-lo para cursos e eventos
tornando sua vida pessoas gratificante o que os torna mais abertos e prontos a
resolver desafios profissionais. A insatisfação diminui evitando encargos
trabalhistas.
Agora precisamos conscientizar os empresários a aderir a
esse programa. E quem sabe nos próximos anos aumente o índice de leitura e
interesse em todas as áreas da cultura.
Após o sucesso das adaptações da Marvel, finalmente foi divulgado o teaser trailer do próximo filme da franquia Os Vingadores. Com previsão de lançamento para o dia 30 de abril de 2015, Os Vingadores: A Era de Ultron irá reunir novamente os super heróis Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro.
Confira o trailer e a sinopse oficial.
Os Estúdios Marvel apresentam Vingadores: Era de Ultron, a sequência épica do maior filme de super-heróis de todos os tempos. Quando Tony Stark tenta reiniciar um programa de manutenção de paz, as coisas não dão certo e os super-heróis mais poderosos da Terra, incluindo Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, terão que passar no teste definitivo para salvar o planeta. Com o aparecimento do vilão Ultron, a equipe dos Vingadores tem a missão de neutralizar seus terríveis planos. Alianças complicadas e ação inesperada pavimentam o caminho para uma aventura épica global.
Em uma mitologia inovadora, Amy Plum apresenta personagens apaixonantes em um ótimo enredo.
No primeiro livro da trilogia Revenants, conhecemos a personagem Kate, uma adolescente que acabou de perder os pais em um acidente de carro e precisa se mudar para Paris e viver com seus avós, juntamente com a sua irmã Georgia. Tímida e tentando superar esse trauma, ela conhece o charmoso Vincent – um rapaz misterioso que parece esconder segredos obscuros sobre o seu passado. Em uma trama que introduz o que podemos esperar da série, Morra Por Mim apresenta a mitologia criada pela autora e cria grandes expectativas sobre o que podemos esperar para os próximos livros.
Um livro que superou as minhas expectativas, a autora desenvolveu um enredo incrível no qual o elemento surpresa é a própria mitologia; fugindo totalmente dos habituais temas debatidos nos livros. Com uma maestria impressionante, Amy Plum impressiona em uma escrita bem amarrada, que prendeu a minha atenção do começo ao fim do livro, e soube mesclar muito bem momentos conflitantes com outros de arrancar suspiros. Entre um bom romance e uma pequena batalha, a cada página adentramos mais na história e entendemos os problemas e dificuldades pelos quais os personagens terão que superar, além de criar uma identificação muito grande com as atitudes tomadas pela Kate.
Os personagens são outro grande diferencial. Maduros e muito inteligentes, apesar de alguns momentos de indecisão, não é algo que atrapalhe a história ou até mesmo canse a leitura, os coadjuvantes são muito carismáticos e que em determinados momentos acabam roubando a cena. Kate é uma menina inteligente, mas que tem medo de se expressar, muito tímida e com receio de perder mais alguma coisa que ama, acaba criando certas barreiras que impedem seu relacionamento. Vincent é o característico anti-herói que simplesmente adoro, com um passado um tanto tortuoso, é interessante ver a aproximação deles, ainda mais por ele está sempre usando a ironia com medo de ser rejeitado.
Um enredo muito bem construído, Amy Plum mostra que não é necessário ter experiência quando quer criar algo original e bom. Morra Por Mim é um livro incrível, uma ótima introdução para essa série.
Os mais velhos e
nostálgicos falam muito sobre o estilo de vida levado pelas crianças hoje em
dia. Elas parecem ter certa pressa em crescer, sabem muitas coisas, que em
nossos tempos de brincadeiras desconhecíamos ou não nos importávamos em
aprender.
Colocamos a
culpa pela perda dessa idade tão mágica e despreocupada em pais que trabalham
fora, que sobrecarregam-nas de cursos e estão sempre exigindo que elas deem seu
melhor. Mas essa semana comecei a pensar em quem sempre ensinava, escutava e
defendia a liberdade de minha meninice.
Se as crianças
mudaram muito se deve a atitude de seus avós. Tenho o privilégio de ter minha
avós vivas, e sempre quando eu posso ligo para elas. Elas são do tipo
tradicionais, uma delas tem vários gatos e cachorros, cuida do meu avó como se
ele fosse criança, sempre está cercada pelos netos e bisnetos e chama o nome de
todos até conseguir falar com quem deseja é um tal de Fá, Lú, Sú, Mí, Lind,
Alda, e ninguém entende mais sobre sentimentos e dá conselhos com discernimento
como ela, as vezes acho que prevê o futuro.A outra toma chimarrão com as noras, se preocupa com todos os netos,
joga bingo, quando eu era criança fazia blusas fofas de tricô, e nunca deixa
que saiamos de lá sem comer alguma coisa. Tive elas presentes em toda minha
infância.
Essa semana
encontrei um modelo de avós diferentes, elas fazem História da Arte e estava visitando uma
exposição da bienal no Ibirapuera.Todas
bem vestidas e com maquiagem própria para idade. Parei para conversar com uma
delas, ela me contou que há seis anos está no curso e acha que é uma ótima
forma de estar antenada e indicar os melhores programas para as filhas e os
netos, que ligam perguntando o que tem de bom na cidade. É claro que este é um
ótimo jeito de não ficar estagnado e usar a cabeça para não ficar com
Alzheimer.Elas tem a companhia das
amigas e passam seu tempo de modo agradável.
Ainda assim se
eu ainda fosse criança e ligasse para minha avó não iria querer ir em uma
exposição, isso eu fazia com a minha mãe e com a escola, eu iria querer que ela
me levasse no parquinho, fizesse pudim de chocolate com banana, me contasse uma
boa história de quando ela tinha minha idade e deixasse que eu me sujasse
porque antes da minha mãe chegar eu podia tomar banho.
Claro que elas
tem que viver e aproveitar, mas os netos precisam que elas conheçam seus
sentimentos e defenda-os de seus pais de vez em quando. Mostre que uma história
as vezes não está em um livro e uma tela pode ser a parede da varanda e giz de
escola, que dá para fazer flores com massinha de farinha e balas só com açúcar.
Milhares
de jovens presenciaram grandes nomes da música internacional reunidos pela
primeira vez no Rock in Rio. Aquela experiência chocante veio para mudar a vida
de muitos, inclusive do brasiliense Carlos
Magno Mello Dias, então com 20 anos.
Nunca teve ídolos para se espelhar,
em suas criações buscou o afastamento de outros artistas, para criar algo
original. Busca seguir a contramão e fazer algo diferente do que outros fazem.
Não
se baseia em coisas específicas, usa um conjunto de elementos para estimulá-lo,
ouve rock, jazz, MPB e música
erudita. “O olhar subjetivo para vida”, a curiosidade do que está ao redor, os
livros, as pessoas e alguns trabalhos musicais que estão no topo de sua lista.
O principal entre eles é os Beatles,
Chico Buarque, Gilberto Gil e dois eruditos Mozart e Bach o último
elegido por Mello o deus da Música.
Não
chegou a concluir a faculdade de letras, autodidata e muito focado em seus
objetivos passou a estudar língua portuguesa, sociologia, história, partituras
entre outras coisas. Participava de grupos de estudo, sempre buscando construir
um conhecimento particular e uma independência da mente. O que lhe proporciona
hoje uma “autorização criativa”. Quando veio para São Paulo estudou no Super Master Class, Voice.
“Não ao Tempo”
Usando
o início da terceira estrofe da musica que dá nome ao seu primeiro álbum,
lançado no Rio de Janeiro no dia 25 de outubro de 2010, pelo selo
carioca CCC Discos (Centro Cultural Carioca Discos), “O tempo se expande” e a carreira de
Magno Mello também. Já possui mais de cem gravações no cenário independente.
Magno Mello têm músicas gravadas por
Pedro Morais (MG), Izzy Gordon (SP), Kadu Vianna (MG), Thaís Uessugui (BSB),
Maria Butcher (SP), Raquel Coutinho (RJ),Marina Machado (MG), Graça Cunha (SP), Dani Calixto (RS) e Milton
Nascimento (MG - participação especial), suas canções foram interpretadas ao
vivo, em solos e duetos, por Rita Ribeiro (MA), Leila Pinheiro e Paulinho
Moska.
Enquanto se aprofundava nos estudos,
no período em que morou em Belo Horizonte, escrevia muito, então seu amigo
idealizou uma revista cultural que chamou de Boca a Boca, onde por dois anos
ele foi diretor de redação, entrevistador e crítico musical.
Ao longo de seu caminho esteve
sempre preocupado com as questões sociais, por isso criou vários projetos,
entre eles ajudou adolescentes viciados em cola a livrar-se do vicio através do
tênis e idealizou e dirigiu o Centro Cultural de Caxambu, em Minas Gerais, onde
a comunidade carente podia fazer atividades como teatro e fotografia. Ganhou o
prêmio "Interações Estéticas 2010" pelo seu projeto, no ministério da
Cultura de Porto Alegre.
Está trabalhando agora para começar
ministrar uma escola de poética musical e criação em uma comunidade carente de
São Paulo, com oficinas de produção ele visa ampliar a visão de cultura de
crianças e adolescentes. O projeto ainda não tem data e local definidos.
Quando questionado sobre a
consultoria que presta para artistas na criação de letras, ele me conta que não
costuma alterar palavras da composição, mas orientar o melhor caminho a seguir,
por questões éticas não citou os artistas que auxilia.
Está também desenvolvendo materiais
que poderão ser apresentados pela televisão. Com ajuda de sua sócia, está em
contato com produtores da rede de canais fechados.
Há seis anos vem ministrando o
workshop de Poética Musical, onde apresenta um estudo de mais de duas mil
musicas da MPB e do Pop/Rock brasileiro, que desenvolveu ao
longo de nove anos. O curso é voltado para músicos, letristas, poetas e
escritores, mas também chama atenção de jornalistas e educadores por
desenvolver um material sistematizado e um método de ensino pioneiro no gênero.
Finalizou um novo curso, “Cultura e
Profissão”, e duas palestras uma delas já foi apresentada no Valadares Jazz
Festival, que tem por tema “Canção no contexto escolar”.
Em sua vida percebemos o ideal de
fazer o que se gosta com esmero e paixão, usando suas habilidades para o bem
estar social.
O Próximo Workshope será nos dias 20 e 21 de outubro.
Hollywood está sem ideias, ou será que não? Entre as grandes apostas para mercado cinematográfico o que lidera são as adaptações, sendo tanto de livros como histórias em quadrinhos.
Depois do sucesso que foi Harry Potter (Warner Bros), O Senhor dos Anéis (Warner Bros), X-Men (Fox Filmes) e Homem-Aranha (Sony Pictures), os estúdios ainda estão em busca de novos sucessos do mercado editorial que possam virar mais um grande blockbuster. Entre as novas remessas, temos os filmes: Jogos Vorazes, que já teve grandes bilheterias nos dois primeiros filmes, Divergente (ambos da Paris Filmes/Lionsgate) e praticamente todo o universo da Marvel que está conquistando novos admiradores e deixando os fãs felizes com essas adaptações.
Faltando poucos meses para terminar o ano, ainda temos lançamentos de grandes apostas, podendo ser continuações ou até mesmo algo único.
Os estúdios Fox estreiam nesse ano dois best-sellers americanos: o primeiro filme da franquia Maze Runner de James Dashner (V&R), primeira distopia do estúdio para competir com os sucessos da Lionsgate, e Garota Exemplar de Gillian Flynn (Intrínseca), thriller psicológico adulto que tem o objetivo de chocar os telespectadores.
Além desses dois filmes, temos também a tão aguardada continuação da série Jogos Vorazes de Suzanne Collins (Rocco), um dos filmes que arrecadam maior bilheteria. E para quem está muito ansioso, pode comemorar, pois a Paris Filmes irá estrear novamente o terceiro filme da franquia aqui no Brasil antes da estreia mundial.
E para quem busca algo mais romântico, mais um livro da Cecelia Ahern chega aos cinemas. Com o sucesso de PS: Eu te amo (Novo Conceito), no começo do ano que vem teremos um filme para um público mais jovem estrelado por Lily Collins (Instrumentos Mortais) e Sam Claflin (Jogos Vorazes: Em Chamas). Love, Rosie ainda não tem data definida de estreia.
Não podemos nos esquecer dos estúdios Walt Disney. Com o sucesso de Frozen neste ano, a grande aposta em longa-metragem animado é A Operação Big Hero 6, a primeira parceria da Marvel para uma adaptação em desenho.
E para quem pensa que as adaptações estão somente nos novos grandes sucessos, está enganado. 1984 de George Orwell (Companhia das Letras), um dos maiores clássicos da literatura, está tendo sua primeira readaptação para os cinemas, estrelado pela Kristen Stewart (A Saga Crepúsculo).
Agora é só escolher qual o gênero que você mais se identifica e se preparar, vale lembrar que a maioria desses livros já foram lançados aqui no Brasil.
Estamos felizes em abrir um espaço
destinado a cultura e a todas as formas de artes. O Brasil tem muito à nos
oferecer, nosso objetivo é mostrar como se divertir e aprender é bem mais
barato que muitos pensam.
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